cloudless everyday you fall upon my waking eyes inciting and inviting me to rise; and through the window in the wall come streaming in on sunlight wings, a million bright ambassadors of morning..
Quando Maria Flor Pedroso (que comentava o debate na Antena 1) descreveu o gesto de Manuel Pinho pensei "pronto, lá estão eles no debate corriqueiro do costume". Depois, cheguei a casa e assisti incrédulo ao sucedido. Já foi dito mais do que o suficiente sobre a questão. Mas é inevitável relevar o incrível absurdo que esta constitui bem como o desrespeito que induz! Já li centenas de linhas sobre o sucedido e continuo firme de que nada encobre uma atitude destas tomada por um membro do Governo. Sendo um dos mais altos cargos políticos e de maior responsabilidade, é inadmissível que no calor dum debate politico figurem posturas que nem no conforto do lar alguns tomariam. Certo e sabido que todos somos susceptíveis de ceder a ímpetos desta natureza. Mas é condição essencial dum Ministro da governação, a sua postura e integridade que devem servir de exemplo a todos os concidadãos.
Ao contrário do que li aqui, não se trata dum mero aproveitamento politico de uma situação em que curiosa e inconvenientemente as câmaras estavam a captar. Trata-se, como se disse, de alguém cujo comportamento naquele momento não é digno do comum dos portugueses. Note-se, obviamente, que ao trazer à colação este facto em nada se afecta a prestação de Pinho enquanto Ministro. Restringe-se a leitura ao gesto referido. Entendo que se fossem diferentes as cores envolvidas, se calhar não estávamos a "tomar as coisas pelo que elas são e não pelo que gostaríamos de fazer delas". Ninguém aqui fala em aproveitamento politico. Fala-se em honra, prestigio, exemplo e princípios. Assim, um gesto destes não pode passar incólume.
Feliz a atitude de Sócrates que, com todo o bom senso e honestidade intelectual, lida com a situação da melhor das formas possível. Sejamos, agora sim, correctos a fim de deixa-la ser encerrada e não a tornarmos num cavalo de batalha absolutamente desnecessário. Porque isto não +e a Coreia do Sul nem as Honduras, a evolução do país também começa por aqui!
Há muito tempo que ando para escrever algo sobre o tema. Toda esta questão ligada, maioritariamente, ao BPN e BPP não pode deixar o observador minimamente atento indiferente. Assim, estando a passar os olhos pela edição de fim-de-semana passado do Jornal de Negócios encontrei, na Opinião de Helena Garrido, um sintético e felicíssimo resumo da minha opinião, aliado a uma referencia a um texto de valor excepcional! - o discurso de António Barreto por ocasião das comemorações do 10 de Junho - um texto que todos sem excepção ou desculpa deviam ler e reler. Aqui ficam então dois belos motivos de leitura!(com link para o texto integral)
Esta é a típica data em que acordo a pensar o significado de mais uma data. Mais ainda quando ligo o meu receptor na RTP, assistindo a mais uma boa dose de condecorações (que aqui se podem consultar). De assinalar, por curiosidades distintas, o reconhecimento de Álvaro Cassuto e Costa Andrade, entre outros. Surge-me inevitavelmente na memoria mais um aniversário do meu Pai.
Ao realmente reflectir no Dia de Portugal, os pensamentos são muitos. São diversas, plúrimas as possíveis reflexões sobre outros tantos temas. Resumo nas palavras dum tema, pertença de um os artistas nacionais que mais admiro..
Ai, Portugal, Portugal De que é que tu estás à espera? Tens um pé numa galera E outro no fundo do mar Ai, Portugal, Portugal Enquanto ficares à espera Ninguém te pode ajudar