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"escritos espartilhados sobre um dia-a-dia mais que banal!.."

colored.. quinta-feira, 29 de Novembro de 2007 |


Esta é uma questão que talvez desde sempre nos tenha acompanhado. Surge de uma forma recorrente no nosso dia-a-dia e suscita a cada passo miúdas questiúnculas. Há cerca de uma hora voltou à baila e decidi partilhar a pleita.

Prende-se com a forma como nos referimos a indivíduos de raça diferente, nomeadamente a negra. Sempre fui manifestamente contra o hábito triste de apelidar tais indivíduos como "negrinhos", "pretinhos", "escurinhos" ou "senhores de cor"! Em oposição, acredito ser normal e perfeitamente de bom tom (leia-se, sem qualquer tipo de conotação negativa) chama-los de preto ou negro, por uma ordem de razões que passo a enumerar: em primeiro, e por maioria de razão, é essa mesmo a sua raça tal como a minha é branca (branco); depois, é recorrente a contraposição do negro ou preto com uma critica de racismo inerente - partimos do pressuposto mais que lógico de que o racismo está tão somente na mente das pessoas; consequentemente, é aí que a atitude racista nasce e preconceito toma forma. O que considero de uma hipocrisia cabal, é a critica de racismo às palavras dos que apelidam determinado sujeito de negro, quando a atitude doentia está nas palavras daqueles que, sendo frequentemente os autores das próprias criticas, não saem do "senhor de cor" e do "negrinho".

Mas que ridículos somos, pergunto do fundo do meu racismo qual será o mais racista em si; ao querermos referir a raça de alguém dizer que o Sr. X é negro (ou preto) da mesma forma que o Sr. Y é branco ou dizer que o Sr. X é de cor (ou negrinho) da mesma forma que o Sr. Y é claro (ou branquinho)?

Francamente..


GG.. sábado, 24 de Novembro de 2007 |


"Não se pode deixar a democracia unicamente aos políticos, sob o risco de ela se tornar um invólucro vazio, em que o cidadão é apenas gado votante. A República de Weimar fracassou por não terem existido suficientes cidadãos a colocar-se à sua frente para a proteger."

Günter Grass


uma excelente entrevista ao sempre cáustico Nobel da Literatura por ocasião do lançamento da sua "autobiografia" Descascando a Cebola..

para ler em:
http://aeiou.visao.pt/Actualidade/Cultura/Pages/entrevistagunter.aspx

23.. sexta-feira, 16 de Novembro de 2007 |

san francisco cable cars - San Francisco



here is gone dos goo goo dolls indispensável na playlist de um dia em cheio..

And I dont need the fallout
of all the past thats in between us


MP.. quarta-feira, 14 de Novembro de 2007 |




Uma verdadeira obra prima, a abertura dos Mestres Cantores de Nuremberga de Richard Wagner, interpretada pela Orquestra Filarmónica de Berlim dirigida por O maestro Herbert von Karajan.

Um bom pretexto para dia 31 de Dezembro não faltar á sua interpretação pela Momentum Perpetuum - Orquestra de Jovens de Portugal!

http://www.casadamusica.com/CulturalAgenda/event_detail.aspx?idShow=6BE30432-A8B4-4DA6-B6CE-7EE41483C1B5&channelID=974A26B0-2329-4F77-AB20-F366139E22F4&contentID=89F9745B-72C7-4498-BA4C-C5B80B508FC1&leftChannelID=974A26B0-2329-4F77-AB20-F366139E22F4

moral.. quarta-feira, 7 de Novembro de 2007 |


para pensar..

Esta é a fábula de um alto executivo que, "stressado", foi um dia ao psiquiatra. Relatou ao médico o seu caso. O psiquiatra, experiente, diagnosticou:
- O Sr. precisa de se afastar, por duas semanas, da sua actividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, isole-se do dia-a-dia e procure fazer algumas actividades que o relaxem.

Então, o nosso executivo procurou seguir as orientações recebidas. Munido de vários livros, CDs e "laptop", mas sem o telemóvel, partiu para a quinta de um amigo. Passados os dois primeiros dias, o nosso executivo já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs. Porém, continuava inquieto. Pensou, então, que alguma actividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava. Procurou o capataz da quinta e pediu-lhe trabalho para fazer. O capataz ficou pensativo e, vendo um monte de esterco que havia acabado de chegar, disse ao nosso executivo:

- O Senhor Doutor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo.

Pensou o capataz para consigo próprio:
"Ele deverá demorar uma semana com esta tarefa".

Puro engano! No dia seguinte já o nosso executivo tinha distribuído todo o esterco por toda a área. O capataz deu-lhe então a seguinte tarefa : abater 500 galinhas com uma faca. Tarefa que se revelou muito fácil para o executivo ansioso: em menos de 3 horas já estavam todos os galináceos prontos para serem depenados! Pediu logo nova tarefa.

O capataz disse-lhe então:
- Estamos a iniciar a colheita de laranjas. O Senhor Doutor vá, por favor, ao laranjal e leve consigo três cestos para distribuir as laranjas por tamanhos: pequenas, médias e grandes.

Passou o dia e o executivo não regressou com a tarefa cumprida. Preocupado, o capataz dirigiu-se ao laranjal. Viu o nosso executivo, com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, e a falar sozinho:

- Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena???
- Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média???
- Esta é média. Não, é pequena. Ou será grande???

Moral da história:
Espalhar bosta e cortar cabeças é fácil. O difícil é tomar decisões!


echoing.. quinta-feira, 1 de Novembro de 2007 |


A pedido de várias familias echoing this month on echoes Mad World - um original dos Tears for Fears, interpretado para a banda sonora do filme Donnie Darko por Gary Jules. Uma excelente versão para acompanhar as leituras de Novembro..



All around me are familiar faces
Worn out places
Worn out faces
Bright and early for the daily races
Going nowhere

Their tears are filling up their glasses
No expression
Hide my head I wanna drown my sorrow
No tomorrow

And I find I kind of funny
I find it kind of sad
The dreams in which I’m dying are the best I’ve ever had
I find it hard to tell you
I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world

Children waiting for the day they feel good
Happy birthday
And I feel the way that every child should
Sit and listen
Went to school and I was very nervous
No one knew me
Hello teacher tell me what’s my lesson
Look right through me


that hug (aquele abraço..)